Em 1616 chega Shabdrung Ngawang Namgyal, um lama tibetano, que, para além de ter unificado este conjunto de feudos em guerra num único país, procurou também estabelecer uma identidade cultural própria e distinta, diferente da tibetana que lhe deu origem, começando, para isso, por baptizar o novo reino como Druk Yul, o Reino do Dragão – traduzido literalmente.
Em harmonia com os seus nomes poéticos, o Butão era ainda conhecido pelos tibetanos por “Terra do Sul das Ervas Medicinais”, que lhes dava, opinião minha, tanto charme como o nome actual.
O complemento ideal para um guia de viagem sobre o Butão.
E porque muitos se reconheceram neste retrato de uma geração sem raízes, O Sol Nasce Sempre (Fiesta) tornou-se rapidamente um romance de culto para os jovens europeus do período de entre as duas guerras.





